Matéria Escura
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Archive for category Matéria Escura
Hubble confirma a atuação da Matéria Escura no Universo Primordial
Posted by ROCA in -â–ºAstronomia e Espaço, Matéria Escura, Telescópios on 23 de abril de 2009
Imagem da câmera NICMOS do Hubble capturou o campo norte da pesquisa GOODS com imagens das galáxias distantes do Universo primordial. Crédito: C Conselice, A Bluck e equipe GOODS NICMOS
Uma nova pesquisa revelou como as galáxias mais massivas se formaram no Universo primordial e as descobertas confirmam a teoria que suporta a atuação da Matéria Escura Fria na evolução das galáxias. Um time de cientistas de 6 países usou câmera de captura da radiação infravermelha NICMOS do telescópio espacial Hubble para realizar a mais profunda pesquisa já realizada nas faixas infravermelhas do espectro.
Estudo independente confirma: o destino do Universo é controlado pela Energia Escura
Posted by ROCA in -â–ºAstronomia e Espaço, Matéria Escura, energia escura on 23 de dezembro de 2008
A Energia Escura atua inibindo o crescimento das galáxias
Há 10 anos o estudo das supernovas tipo Ia distantes originou a descoberta da energia escura que é considerada a responsável pela expansão acelerada do Universo. Agora, os cientistas confirmam a existência dessa misteriosa e repulsiva força, usando uma linha independente de experimentos e medições. As novas descobertas fornecem novas e consistentes provas para a teoria geral da relatividade estabelecida por Einstein e suportam a idéia que a energia escura é uma propriedade intrínseca e imutável do vácuo cósmico. Pela primeira vez, os astrônomos observaram claramente os efeitos da energia escura nos objetos colapsados mais massivos do Universo (os aglomerados galácticos), usando o Observatório Chandra de raios-X da NASA. Rastreando como a energia tem impulsionado o crescimento dos aglomerados galácticos e combinando isto com os estudos anteriores, os cientistas conseguiram as melhores evidências até o momento do que é a energia escura e qual é o real destino do Universo.
A imagem composta à esquerda é a do aglomerado estelar Abell 85, localizado cerca de 740 milhões de anos-luz da Terra. A emissão na cor violeta é originada pelo gás aquecido a milhões de graus de temperatura que foi detectado pelo observatório de raios-X Chandra da NASA. As demais cores mostram as galáxias em uma imagem ótica do SDSS – Sloan Digital Sky Survey. A ilustração à direita mostra flagrantes da simulação feita por Volker Springel representando o crescimento da estrutura cósmica quando o Universo tinha, respectivamente, 0,9, 3,2 e 13,7 bilhões de anos de idade. Essa imagem nos mostra como o Universo evoluiu de uma arquitetura suave para um estado contendo uma vasta quantidade de estruturas. O crescimento das estruturas era inicialmente modelado predominantemente pela força atrativa da gravidade. Esta situação mudou há 5,5 bilhões de anos quando a interferência da força repulsiva gerada pela energia escura passou a dominar o cenário universal. Crédito: NASA/CXC/SAO/A.Vikhlinin et al.; Optical - SDSS; Illustração: MPE/V.Springel
Steven R. Majewski fala da influência das galáxias satélites anãs na formação da Via-Láctea
Posted by ROCA in -â–ºAstronomia e Espaço, Galáxias, Matéria Escura on 7 de dezembro de 2008
“Um grande número de galáxias satélites podem ser escuras” (Steven R. Majewski)
Há alguns anos atrás os astrônomos sugeriram a existência de gigantescos espaços no Universo compostos de uma matéria que não se pode enxergar, tocar ou cheirar, mas que proporciona a densidade adequada ao Cosmos. Parece uma contradição que algo invisível contenha matéria e que, além disso, dê sentido à arquitetura cósmica. O astrofísico Steven R. Majewski, da Universidade de Virginia (EUA), decidiu posicionar-se no lugar onde se pode ver os fenômenos de forma mais clara e tem feito da observação sua principal ferramenta para explorar os lugares obscuros que desafiam nosso conhecimento.
Elétrons energéticos misteriosos podem ser o tão esperado sinal da existência da matéria escura
Posted by ROCA in -â–ºAstronomia e Espaço, Matéria Escura on 23 de novembro de 2008
A matéria escura está se mostrando menos furtiva que o seu nome sugere. Estima-se que sua assinatura foi detectada em um experimento a bordo de um balão que mediu um surpreendente aumento no número de elétrons energéticos provenientes do espaço (raios cósmicos).
Os elétrons de alta-energia são encontrados no espaço e são acelerados quando as estrelas explodem como supernovas. Agora um detector a bordo de um balão sobrevoando a Antártica, chamado de “Calorímetro Avançado de Ionização Fina” ou Advanced Thin Ionization Calorimeter (ATIC), detectou 70 elétrons de alta-energia a mais que o nível normal de fundo atribuído as explosões de supernovas.
John Wefel da Universidade Estatal de Louisiana em Baton Rouge, que liderou a pesquisa, disse que existem duas possíveis explicações.
Os elétrons poderiam vir de um objeto astrofísico próximo, situado em até 3.000 anos-luz de distância da Terra. Esta fonte de raios cósmicos poderia ser um objeto exótico próximo como um pulsar, mini-quasar, remanescente de supernova ou um buraco negro de tamanho intermediário. Além disso a equipe vem tentando há quatro anos associar esse sinal a um objeto desse tipo sem nenhum sucesso.
A segunda alternativa apresentada é que os elétrons foram produzidos quando duas partículas de matéria escura se encontram e se aniquilam. Tal hipótese foi reforçada pela observação das energias observadas nos elétrons, que variam entre os 300 e 800 giga-eletronvolts (GeV).
Júlio Navarro fala sobre a Matéria Escura e sua influência no Universo
Posted by ROCA in -â–ºAstronomia e Espaço, Galáxias, Matéria Escura, Via Láctea on 22 de novembro de 2008
“A concordância entre a teoria e a observação é racional” (Júlio Navarro)
Embora o Universo seja composto por galáxias e nós habitamos em uma delas, estamos apenas começando a ler sua história. Contudo, não é fácil reconstruir esse cenário, sobretudo quando a teoria parece revelar a existência de um novo componente invisível: a ‘matéria escura‘.
Buscar o esclarecimento sobre os modelos teóricos existentes e tentar entender a sequência de eventos que originou a evolução galática é justamente o objetivo do astro-físico Júlio Navarro, da Universidade de Victoria (Canadá).
Recentemente Júlio Navarro falou no evento anual de astrofísica XX Canary Islands Winter School of Astrophysics:
Ken Freeman fala sobre como se detectar a Matéria Escura a partir da análise da rotação das Galáxias
Posted by ROCA in -â–ºAstronomia e Espaço, Galáxias, Matéria Escura on 22 de novembro de 2008
“Nós ‘vemos’ a matéria escura somente através de sua atração gravitacional” (Ken Freeman)
Ao astrônomo Ken Freeman interessa estudar as forças que governam as galáxias e como as galáxias chegam a agrupar-se em diferentes formas e tamanhos. Mas se há algo que o intriga especialmente, trata-se da ‘matéria escura’. Ken Freeman foi o pioneiro em assinalar a presença da matéria escura ao redor de galáxias como a Via Láctea. Entusiasta da observação do céu a “olho-nú“, ele confessa ser admirador das Nuvens de Magalhães. Ken Freeman, além de ser uma figura ativa na astronomia internacional, é catedrático na Escola de Investigação de Astronomia e Astrofísica do Observatório de Monte Stromlo, na Universidade Nacional da Austrália.







Comentário por medodanoite — terça-feira, 17 de novembro de 2009 (23:46:06)
O que percebemos do universo, quando falo “percebemos”, estou me referindo ao que vemos, tocamos, ouvimos e sentimos, é só uma infima parte dele, a matéria que concebemos constitui um valor menor 0,5% de sua totalidade, quer dizer que não espaços em branco no universo, é um mar vibratório na qual somos uma manifestação. e como se universo fosse um jarro com agua, e nós e tudo que é tangivel para nós fossem pequenos cristais de gelo, simplesmente tudo no jarro é agua, mas com algumas difernças.